Tudo Sobre Os Campeonatos De Slackline

Campeonatos de Slackline: conheça as regras da competição

Os campeonatos de Slackline foram responsáveis pela rápida propagação da modalidade pelo mundo. Neste texto você vai entender como surgiram as competições de fato, e como se dão as regras de um campeonato de Trickline.

História dos campeonatos de Trickline

Em 2009 a Gibbon Slacklines realizou na ISPO Munich, a maior feira de esportes outodoor do mundo, a primeira competição internacional de Slackine. E já nas conformidades da WS Federation, em suma a primeira organização mundial a federar atletas e formalizar as regras de uma competição da modalidade.

Desde então, a WS Federation em parceria com a Gibbon Slacklines, passou a desenvolver uma série de competições internacionais em diversos países. Estados Unidos, França, Europa, Japão e muitos outros receberam eventos. Em 2010, numa das principais praças de Munique na Alemanha, ocorreu o primeiro campeonato mundial de Slackline – Slackline World Cup 2010.

Os campeonatos de Slackline eram pois o combustível da evolução dos atletas. A cada competição, o nível das manobras aumentava inegavelmente em uma velocidade impressionante.

Os equipamentos de Slackline com efeito precisaram acompanhar esta evolução. No primeiro mundial, a fita utilizada uma era uma Jibline com 15 metros de comprimento, e ficava de certo a pouco mais do que 60cm do chão. As manobras executadas eram giros de 360 graus, buttbounces e cheestbounces. Seja como for, os atletas ainda estavam descobrindo todo potencial da recém-nascida modalidade esportiva.

Hoje as fitas de competições de Slackline, conhecidas como modulares, são montadas com cerca de 25m de comprimento à cerca de 2m de altura. Em conclusão, oferecem muito mais desempenho e amplitude para os atletas. Foram executadas tricks e combos  incríveis, como giros de até 1080 graus, flips (mortais) com três giros e muito mais. O grau de dificuldade das manobras dessa modalidade é impressionante, porquanto o esporte poderia perfeitamente estar entre as modalidades olímpicas.

As regras dos campeonatos de Slackline

A WS Federation protocolou o modelo de batalhas de Slackline, sendo este o modelo mais difundido e utilizado até hoje.

Os atletas são divididos em chaves de duplas, cada um tendo 2 minutos para executar o seu melhor sobre a fita. Subiu na fita o tempo inicia; saiu da fita, o tempo para e o outro atleta começa sua exibição.

A competição segue assim até que se termine o tempo dos dois. Os jurados decidem qual deles passa para a próxima fase, e assim até chegar a batalha final. O clima e a energia de uma disputa é radical: envolve música, chamado dos atletas para o público e muita exibição.

Os atletas são avaliados nos seguintes quesitos:

Amplitude das Manobras:

Quanto mais alto o voo durante as tricks, maior a pontuação.

Variação de Manobras

Variar entre manobras estáticas e dinâmica, não repetir os mesmos combos e manobras.

Dificuldade

Grau de complexidade de execução das manobras.

Limpeza

Manobras executadas sem os chamados dabs, pequenos erros na excução prática que comprometem a pontuação das tricks

Estilo

Atleta que levanta o público levanta também os jurados.

É importante lembrar que a partir deste sistema, várias adaptações e alterações foram desenvolvidas tanto a nível mundial quanto nacional. O Brasil é decerto um dos países mais avançados nessa questão. Essa é uma característica de um esporte que ainda está em expansão e, portanto, em constante desenvolvimento e sofisticação.

Campeonatos de Slackline no Brasil

No Brasil, em 2011 a Gibbon Slacklines Brasil junto à Catraquis Crew, realizou a primeira competição mundial de Slackline do país. De lá pra cá, aconteceram diversas competições de Slackline em diferentes estados do país. Em 2015, finalmente sediamos em Foz do Iguaçu, o primeiro Mundial de Slackline em nosso país.

A projeção dos atletas brasileiros foi meteórica, conforme os campeões em competições internacionais se multiplicavam por aqui. Foram apelidados de Slackline Brazilian Storm, uma referência ao boom de campeões mundiais brasileiros nas competições de surf.

Carlos Neto, Giovanna Petrucci, Pedro Rafael Marques são apenas alguns dos muitos atletas que se destacaram em competições mundiais de Trickline.

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